viernes, 25 de octubre de 2013

Ratón de biblioteca: Humanizando a medicina Uma metodología com o cinema / Pablo González Blasco


Biblioteca de la Universidad de Salamanca

Hoy nuestro Ratón de Biblioteca está de fiesta...
Ayer fué:


"...el DÍA INTERNACIONAL DE LAS BIBLIOTECAS. Y, por tanto, la fiesta de tantos amigos y amigas bibliotecarias.

Las bibliotecas han sido, durante años (y lo siguen siendo), lugares donde hemos pasado muchas horas de nuestra etapa universitaria y posterior. Porque la Biblioteca debería ser el especio central de cualquier Universidad o centro científico (también de los hospitales), de la que sentirse orgulloso, un lugar repleto de libros y de sabiduría, donde poder acceder al "maravilloso mundo del saber" como decía Einstein.
"
Tomó esta cita (y foto) de Javier Gonzalez de Dios con quien, desde hoy, compartiré mesa y sitio...para seguir aprendiendo cosas de cine (lo sabe todo) en un "Congreso de cine"


Vivemos tempos presididos por uma medicina altamente técnica e especializada, onde a pessoa do paciente – verdadeiro protagonista do processo saúde/doença – corre o risco de ser esquecida. Perante uma atenção à saúde cada vez mais despersonalizada, a Humanização da Medicina é um desafio necessário para os Educadores na Academia, e para os Gestores dos Sistemas de Saúde. 

 Humanizar a Medicina é reinserir a ciência médica nas suas verdadeiras origens. É preciso recuperar a perspectiva humanística da medicina, pois o humanismo é inato à profissão médica. Um médico sem humanismo não será propriamente médico; na melhor das hipóteses, trabalhará como um "mecânico de pessoas". 

 As artes e as humanidades, que são um elemento clássico na formação humanística do médico, estão na presente obra representadas pelo Cinema. Educar as atitudes implica mais do que oferecer conceitos teóricos ou treinar habilidades: requer promover a reflexão, que é o verdadeiro núcleo do processo de humanização. Através da reflexão, o profissional de saúde consegue extrair do seu interior o desejo de um compromisso vocacional perdurável. O Cinema, que sintoniza com o universo do estudante onde impera uma cultura da emoção e da imagem, tem se mostrado uma metodologia eficaz neste desafio pedagógico. 

 Não é difícil entender por que nos dias de hoje a medicina tem de ser forçosamente humana se quer pautar-se pela qualidade e pela excelência. Humanizar a Medicina é, além de uma obrigação educacional, uma condição de sucesso para o profissional de saúde. 
A Metodologia com o Cinema brinda uma colaboração substancial neste empenho.


Pablo González Blasco, Médico (FMUSP, 1981) e Doutor em Medicina (FMUSP, 2002). Membro Fundador (São Paulo, 1992) e Diretor Científico da SOBRAMFA – Sociedade Brasileira de Medicina de Família, e Membro Internacional da Society of Teachers of Family Medicine (STFM)

Coincidiendo con un Congreso ANIS "de película"...en un Valladolid "de cine".
Publicar un comentario en la entrada